O centro de treinamento do Corinthians é o mais cotado para receber a seleção brasileira na Copa das Confederações, em 2013, e no Mundial, em 2014, caso a nova sede da CBF não saia do papel.
O projeto da confederação está travado por conta de um imbróglio judicial em torno do terreno na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde está prevista a construção do centro.
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, definiu agosto como o prazo final para o início das obras no local. Se a disputa não for resolvida até lá, o dirigente decidiu que arquivará o projeto e aceitará treinar fora do Rio.
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| Centro de treinamento do Corinthians foi inaugurado em setembro do ano passado por Ronaldo (esq.) e Dentinho |
Aliado de Teixeira, o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, já ofereceu o Parque Ecológico, na zona leste paulistana, para abrigar os jogadores nos torneios.
A outra opção analisada pelo presidente da CBF é o centro de treinamento do Cruzeiro, em Belo Horizonte.
O Parque Ecológico é favorito por causa da localização de São Paulo. A cidade seria a base mais fácil para o time se deslocar pelo país durante a realização dos dois torneios.
Concentração da seleção desde os anos 80, a Granja Comary, em Teresópolis, foi descartada pelo dirigente para a Copa-2014 por causa da falta de privacidade.
A CBF não tem a opção de fechar os treinos na concentração erguida na região serrana do Rio. A Granja foi construída dentro de um condomínio, e os torcedores têm acesso livre aos treinos.
Antes do Mundial da África do Sul, a seleção treinou por uma semana no CT do Atlético-PR, em Curitiba.
O terreno de 104 mil m na Barra, comprado pela CBF em 2009, continua vazio um ano e meio após o lançamento da pedra fundamental porque dois grupos se declaram donos da área.
A confederação já pagou R$ 15 milhões. O espaço foi vendido por R$ 25 milhões.
A entidade comprou o local do empresário Pasquale Mauro, envolvido em vários processos judiciais por posse de terras. Mauro trava na Justiça disputa com os atuais moradores da Fazenda Santa Rita, onde está a área adquirida pela confederação.
No começo deste mês, representantes das duas partes participaram de uma audiência no Fórum da Barra da Tijuca, mas não chegaram a uma acordo sobre a liberação da terreno, o que inviabiliza o início das obras no local.











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